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Você conhece o Espírito Santo?

  • 28 de jan. de 2017
  • 1 min de leitura

Em João 14.16 Jesus nos promete enviar um consolador. No original grego, a palavra aqui traduzida como consolador é parakletos. Este termo complexo, que não possui equivalência em português, pode ser traduzido de diferentes formas, como conselheiro, guia, advogado, auxiliador, etc. Entretanto, essa palavra caracteriza uma pessoa ou alguém que tem um papel específico.

Outro fator que demonstra a divindade do Espirito Santo é a emoção. Deus, o Pai, sentiu ciúmes quando os israelitas adoravam outros deuses (Êx. 34.14), ao mesmo tempo em que era compassivo e misericordioso para com eles (Êx. 34.6). Jesus se entristeceu com a morte de Lázaro (Jo. 11.33,34) e se indignou com a frieza dos fariseus (Mc. 3.5). O mesmo acontece com a terceira Pessoa da Triunidade. Quando Paulo adverte os cristãos da cidade de Éfeso a não entristecer o Espirito Santo, a palavra utilizada por ele vem do grego lupeite, que significa “deixar pesaroso ou triste”.

Dessa forma, é possível levantar alguns questionamentos. Como poderia um poder – como é entendido atualmente por muitos cristãos – ter emoções? Por qual razão ações e palavras repletas de tanta personalidade serem dirigidas a uma mera essência ou consciência abstrata? A Bíblia mostra, tanto em palavras como em descrições, que o Espírito Santo é Deus – não menor ou maior que o Pai e/ou o Filho, mas plenamente divino.

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